“O medo de ser livre provoca o orgulho em ser escravo”

Normalmente escolhemos tratar especificamente do tema carnaval, durante o Carnaval. No entanto, sempre atento à necessidade de ampliarmos nossos horizontes de ideias, resolvemos compartilhar esse excelente artigo que não trata, pelo menos de forma direta e explícita, da festa momesca. Mas um leitor atento encontrará a pertinência temática do conteúdo versado. Desejo a todos uma […]

via “O medo de ser livre provoca o orgulho em ser escravo” — SerTão Espírita

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DIVULGAÇÃO PELA INTERNET, 24 HS DE ESPIRITISMO,

MENSAGEM ESPIRITA - DIVULGAÇÃO DO ESPIRITISMO

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Fraternos

Somos todos nós divulgadores do espiritismo.

Somos espíritos que participamos da divulgação

do espiritismo em todo o globo terrestre.

Somos espíritos divulgadores do espiritismo.

Fraternos

Divulguemos os livros básicos do espiritismo.

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Divulguemos a Revista Espírita – Jornal de

Estudos Psicológicos publicador por Allan Kardec

na França.

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Fraternos

A Casa Espírita.

O Grupo espírita.

Devem divulgar os livros básicos do espiritismo.

Devem divulgar os livros básicos do espiritismo

pela internet também.

Devem divulgar as suas atividades doutrinarias

pela internet.

Se Allan Kardec recomendou a divulgação em

massa do espiritismo?

Por que Você Dirigente Espírita não usa  a internet

 para divulgar 24 horas o espiritismo?

 Vamos cumprir os nossos compromissos

assumidos perante o espiritismo.

Vamos fazer…

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De felicidade e de milionários

Dinheiro não traz felicidade, diz o provérbio popular. E os ambiciosos imediatamente completam:Não traz felicidade mas ajuda um bocado.
Será mesmo? Vamos ouvir uma pequena história sobre isso.
Marcelo vivia sonhando com a fortuna. Todas as semanas separava o dinheiro e passava na lotérica para fazer um jogo.
À noite, no barraco pobre, fazia planos para quando se tornasse milionário.
Ah – pensava ele – serei um dos felizes da Terra. Imaginava mansões, carros, roupas elegantes, amigos risonhos. Enfim, uma vida de conforto e alegria.
Pela manhã, encaminhava-se para o trabalho, com o bilhete no bolso da calça surrada. O coração palpitava e as mãos tremiam levemente, antes de checar o resultado.
Negativo! Conferia mais duas ou três vezes e, enfim, descartava o papel, desconsolado. E, nessa hora, sempre lembrava de Anette.
Amava Anette há muito tempo. A moça gostava dele, mas não queria se casar com um pobretão.
Os dias passaram. Numa tarde calorenta, um carro caríssimo estacionou diante da casa de Anette.
Um homem elegante desceu. Dirigiu-se à moça e entregou-lhe um pequeno pacote. Ela abriu. A joia a deixou sem fala.
Olhou para o homem. Era Marcelo. Havia acertado os números da loteria. Estava rico.
Casaram-se. E foram felizes nos primeiros tempos.
Décadas depois, Marcelo trazia a alma em frangalhos. Anette tornara-se gastadora, fútil. Nada detinha sua ânsia por perfumes, festas, roupas, bolsas, viagens, sapatos.
Os filhos criaram-se educados por babás e professores. Agora adolescentes, passavam noites em boates, consumindo bebidas e drogas, rodeados de amigos irresponsáveis.
Mimados, não respeitavam ninguém, zombavam de tudo, riam-se das coisas sagradas.
A casa tinha cercas elétricas, alarmes, câmeras, cães ferozes e vigias. Os carros eram blindados. Quanta solidão!
Os dias se passavam frios, sem objetivos nobres. Não. Definitivamente, Marcelo não era feliz. Observava a esposa e os filhos desfrutando a riqueza, mas levando uma vida vazia.
A história de Marcelo é mais comum do que se imagina. Quantas vezes colocamos a razão de nossa felicidade em valores como dinheiro e bens materiais!
O dinheiro é bom quando bem utilizado, quando direcionado para coisas úteis, para o bem ou para a solidariedade.
Do contrário, ele apenas serve para uma vida repleta de prazeres, mas sem qualquer significado mais profundo.
Observe o que nos revela a vida dos milionários. Será apenas o que aparece nas revistas de celebridades? Será uma existência feita apenas de alegrias? Certamente que não.
Um olhar mais atento ao noticiário desvela a dor que visita os ricos. A morte também chega para eles e para seus parentes…
Divórcios, escândalos, abandonos, miséria moral, depressão e infelicidade estão presentes em toda parte.
Isso sem falar nos que vivem aprisionados em suas casas, reféns do dinheiro, com medo de assaltos.
Será isso uma vida boa? Vale a pena trocar a tranquilidade de uma vida simples pelo conforto que custa a paz íntima?
E o que dizer dos que perderam a própria vida por causa de dinheiro? Os que foram mortos pelos próprios filhos ou parceiros por causa de heranças? Ou os que foram enganados pelos amigos em quem confiavam?
Será esse o nosso ideal de vida? Valerá a pena?
Certamente que não.
Não há riqueza que possa pagar por sentimentos reais, pelas pequenas alegrias da família.
Não. A felicidade, definitivamente, não está no dinheiro. Ela está, gloriosa, na consciência tranquila, nos pequenos prazeres que são fruto do amor, numa vida feita de trabalho e de sonhos. Pense nisso.
Redação do Momento Espírita.
Em 4.6.2014.

O farol

Em meio ao mar, surge a construção de pedras, solene. É um farol, destinado a orientar o rumo dos viajores, nas noites escuras.
Quem quer que viaje em alto mar se sente seguro quando, em meio à escuridão, vê surgir o farol.
Ele está lá para servir, para advertir, para salvar.
A sua luz se projeta a distâncias enormes e, espancando a escuridão,  permite que os que navegam possam perceber a proximidade dos recifes, os perigos imersos na noite.
O mar investe contra ele, noite e dia. Lança sobre ele as suas ondas, com furor. Vagas enormes lambem as pedras que se erguem, majestosas.
No fluxo e refluxo das ondas, o farol continua a iluminar, imperturbável.
Seu objetivo é servir. Noite após noite, ele estende a sua luz. Não se incomoda com os continuados e perigosos golpes que o mar lhe desfere.
Se, em algumas noites, ninguém se aproxima, desejando a sua orientação, também não se perturba.
Solitário, ele lança sua luminosidade, sem se preocupar com o isolamento.
Ele continua a postos para qualquer eventualidade, quando a necessidade surja, quando alguém precise dele.
*   *   *
No mar das experiências em que nos encontramos, aprendamos a trabalhar e cooperar, sem desânimo.
Permaneçamos sempre a postos, prontos a estender as mãos a quem necessite. Poderá ser um amigo, um irmão ou simplesmente alguém a quem nunca vimos.
Com certeza não solucionaremos todos os problemas do mundo. No entanto, podemos contribuir para que isso aconteça.
Se não podemos impedir a guerra, temos recursos para evitar as discussões perturbadoras que nos alcançam.
Se não conseguimos alimentar a multidão esfaimada, podemos oferecer o pão generoso para alguém.
Se não dispomos de saúde para doar aos enfermos, podemos socorrer alguém que sofre dores, oferecendo a medicação devida. Talvez possamos ser o intermediário entre o doente e o hospital, facilitando-lhe o internamento.
Se não podemos resolver a questão do analfabetismo, podemos criar condições propícias para que alguém tenha acesso à escola.
Mais do que isso. Podemos nos interessar pelos filhos dos que nos servem, buscando saber se não lhes faltam cadernos e livros, para a continuidade dos estudos básicos.
Enfim, o importante é continuarmos a fazer a nossa parte, contribuindo com a claridade que possamos projetar, por mínima que seja.
Imitemos o farol em pleno mar. Aprendamos a fazer luz.
*   *   *
A maior glória da alma que deseja ser feliz é transformar-se em luz na estrada de alguém.
O raio de luz penetra a furna, levando claridade. Estende-se sobre o vale sombrio e desata o verdor da paisagem.
Atinge a gota d’água e a transforma em um diamante finíssimo.
Viaja pelo ar e aquece as vidas.
Como a luz, podemos desfazer sombras nos corações e drenar pântanos nas almas. Podemos refazer esperanças e projetar alegrias.
Enfim, como raios de luz espalhemos brilho e calor, beleza, harmonia e segurança.
Redação do Momento Espírita, com base nos caps. 19 e 20, do livro Rosângela, pelo Espírito homônimo, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter e no cap. CLVI, do livro Vida feliz, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 18.01.2012.